Já sentiu necessidade de se sentir mais leve? Engana-se quem pensa que
falarei sobre dietas.. deixo esse assunto pro meu outro blog, o Folhetim de Setembro.
Deixando de lado a quase paranóia com os quilinhos extra, estou agora pensando sobre a massa de pessimismo e frustrações que pesam o peito, a
nuca, os olhos, o coração de todos nós. Atire a primeira pedra quem não
sabe do que estou falando.. atire a primeira pedra quem nunca esteve assim, sentindo esse peso extraordinário que quase nos faz parar! Se está vivendo esse momento é hora de se medicar, querida.. faça dieta das coisas más: contas atrasadas, relacionamentos enrolados, brigas, palavras torpes, prazos estourados, roupas velhas, esmaltes engrossando no final do vidro, verduras e legumes esquecidos no fundo da geladeira, companhias desnecessárias, cremes estragando dentro do armário, maquiagem quebrada nos potinhos, poemas incompletos, novelas, paredes descascadas. Coloque em suas prateleiras mentais coisas mais saudáveis: quadros coloridos, cachecóis novos, outro corte e cor de cabelo, pessoas melhores, músicas que aquecem a alma, dinheirinho na carteira, contas organizadas, DIÁLOGO, casa arrumada, prazos cumpridos, leitura boa, comida boa, poesia boa, gente boa, cama quentinha, perfume novo, carro limpinho, amizades sinceras, amor verdadeiro, brigadeiro de colher, pudim de leite condensado (esses dois últimos apenas de vez em quando), verduras e frutas novos (de preferencia os que são da estação), menos poluição, lixo reciclado. Sentimentos reciclados (já falei disso aqui). Você se sentirá mais leve. Leve, leve, leve.. uma brisa poderá te levar.. leve, leve, leve.. já experimentou o peso de uma borboleta? Vamos atrás das borboletas.. vamos ser leves e aéreas como as borboletas.. deixemos de nos sentir lagartas, amores, seremos / poderemos ser borboletas.. voar.. leves.. renovadas!!! Abandonar esse peso extraordinário não é fácil.. tarefa de um dia só? Não.. Que se leve uma vida.. mas que queiramos nos tornar leves.. borboletas.. aéreas.. delicadas.. Sei que é difícil reconhecer-se delicada em meio a um mundo de concreto. Mas devemos tentar. Sempre.. ainda que com lágrimas nos olhos (um pedacinho da minha asa de borboleta foi arrancada..) não deixaremos que o mundo (pessoas-mundo-todo-ainda-que-só-álguns) venha a nos impedir de VOAR. Esqueça aquela história de pés no chão, ainda é hora de ter os olhos no CÉU. Não deixe ninguém te desanimar.. Se voar baixo, borboleta, que seja para tocar as flores!!!sábado, 26 de maio de 2012
Peso extraordinário
Já sentiu necessidade de se sentir mais leve? Engana-se quem pensa que
falarei sobre dietas.. deixo esse assunto pro meu outro blog, o Folhetim de Setembro.
Deixando de lado a quase paranóia com os quilinhos extra, estou agora pensando sobre a massa de pessimismo e frustrações que pesam o peito, a
nuca, os olhos, o coração de todos nós. Atire a primeira pedra quem não
sabe do que estou falando.. atire a primeira pedra quem nunca esteve assim, sentindo esse peso extraordinário que quase nos faz parar! Se está vivendo esse momento é hora de se medicar, querida.. faça dieta das coisas más: contas atrasadas, relacionamentos enrolados, brigas, palavras torpes, prazos estourados, roupas velhas, esmaltes engrossando no final do vidro, verduras e legumes esquecidos no fundo da geladeira, companhias desnecessárias, cremes estragando dentro do armário, maquiagem quebrada nos potinhos, poemas incompletos, novelas, paredes descascadas. Coloque em suas prateleiras mentais coisas mais saudáveis: quadros coloridos, cachecóis novos, outro corte e cor de cabelo, pessoas melhores, músicas que aquecem a alma, dinheirinho na carteira, contas organizadas, DIÁLOGO, casa arrumada, prazos cumpridos, leitura boa, comida boa, poesia boa, gente boa, cama quentinha, perfume novo, carro limpinho, amizades sinceras, amor verdadeiro, brigadeiro de colher, pudim de leite condensado (esses dois últimos apenas de vez em quando), verduras e frutas novos (de preferencia os que são da estação), menos poluição, lixo reciclado. Sentimentos reciclados (já falei disso aqui). Você se sentirá mais leve. Leve, leve, leve.. uma brisa poderá te levar.. leve, leve, leve.. já experimentou o peso de uma borboleta? Vamos atrás das borboletas.. vamos ser leves e aéreas como as borboletas.. deixemos de nos sentir lagartas, amores, seremos / poderemos ser borboletas.. voar.. leves.. renovadas!!! Abandonar esse peso extraordinário não é fácil.. tarefa de um dia só? Não.. Que se leve uma vida.. mas que queiramos nos tornar leves.. borboletas.. aéreas.. delicadas.. Sei que é difícil reconhecer-se delicada em meio a um mundo de concreto. Mas devemos tentar. Sempre.. ainda que com lágrimas nos olhos (um pedacinho da minha asa de borboleta foi arrancada..) não deixaremos que o mundo (pessoas-mundo-todo-ainda-que-só-álguns) venha a nos impedir de VOAR. Esqueça aquela história de pés no chão, ainda é hora de ter os olhos no CÉU. Não deixe ninguém te desanimar.. Se voar baixo, borboleta, que seja para tocar as flores!!!sábado, 12 de maio de 2012
Paciência
Paciência.. para aturar um corte de cabelo que não deu certo, uma roupa que não ficou boa, o esmalte que descascou logo no primeiro dia, a pipoca que queimou, a net que não funciona, a receita que desandou, o clima que não colabora com a roupa que você comprou, o regime que parece dar poucos resultados, a amiga que te traiu. Paciência.. para suportar o tédio de um final de semana sem nada para fazer, a quase briga com o atendente de telemarketing da operadora de celular, a faxina que parece nunca acabar, a caixa de bis que você devorou quase sozinha, o radio que não pára de zumbir, a chuva que promete cair, decepções com pessoas em quem você confiava. Paciência.. para aguentar o choro sem deixá-lo cair, a SAUDADE de algo que QUASE aconteceu, a esperança sufocada debaixo de promessas que você nem sabe se vão se concretizar. Paciência para esperar que a vida cumpra seu papel: permitindo que você seja FELIZ. Paciência para calar quando seu desejo é gritar. Paciência para organizar gavetas, mente, coração. Paciência para reciclar o lixo, as idéias, os sonhos. Paciência para jogar fora roupas usadas e pessoas desnecessárias. Paciência para reconhecer aquilo / aquele que é descartável. Paciência para experimentar comidas saudáveis e sentimentos benéficos. Paciência para viver a honestidade, a confiança, a segurança de dias planejados. Paciência para conhecer o outro - próximo ou longínquo - que também pode estar à espera de PACIÊNCIA, precisando viver paz.. a paz de dias tranquilos, onde todo dia é dia de cabelo bom, maquiagem impecável, chocolate que não engorda, CONFIANÇA.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Poluição sonoro-mental
Em um domingo chuvoso qualquer ovo que cai da mão e suja o chão se torna o início de uma tragédia grega! O chuveiro queimou, o frio chegou, a roupa lavada não secou e a televisão não calou a boca - aqui em casa e nos vizinhos. Na verdade o silêncio deveria ser meu, mas minha cabeça não pára, contando azulejos, fazendo traços imaginários, vendo sujeiras que precisam ser arrancadas, criando listas e mais listas mentais do que ainda precisa ser feito.. O barulho que mais incomoda, na verdade, é aqui dentro.. Ping, ping, ping.. é a chuva ou sou eu?
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